The smart thing in the art world is to have one
good idea and never have another.
Brian Eno
A grande prova do sucesso desta
receita é exactamente todos os artistas extablecidos a seguirem, desde Damien
Hirst ,Dan Flavin, Anish Kapoor, Thomas Ruff, Donald Judd … todos eles não só
possuem uma produção artística em autenticas
escalas industriais, bem como executam na perfeição a nossão primitiva de
desejar um objecto.
Através de constantemente sermos
confrontados com as séries serigráficas de Andy Warhol ou as esculturas de Jeff
Koons, mesmo que inicialmente a primeira sensação causada pelos mesmos nos seja
de indiferença, após grande trabalho de
marketing e de exposição, algo começa a mudar. Começamos assim não só a
apreciar o sentido mais profundo de imagens perfeitamente comuns… como começa a
crescer o desejo de as obter e das coleccionar.
Actualmente
não divergindo muito do mundo de produtos consumíveis, onde se não existir um
confronto constante através dos mais diversos métodos de publicidade e
divulgação.
Existe cada vez mais um paralelismo
entre a produção artística e produtos do dia, contudo num progressivamente mais
próspero mercado de arte, os artistas porem tem a necessidade de criar ícones
para alimentar a constante procura dos coleccionadores. Gravuras e serigrafias
cada vez mais estão em voga, registando não só recordes monetários, como
quantitativos em leilioeiras como a Phillips, Christie’s e a Sotheby´s.
Ao obter uma serigrafia ou gravura, não é apenas um exemplar artístico, como ainda é relativamente mais acessível que um original.
| Colour dots, Damien Hirst, 2012 |
